terça-feira, 27 de novembro de 2007

DESMASCARANDO A ACEC 6

Todos os que se colocam CONTRA a evangelização das crianças são marcados por cinco atitudes bem distintas:

1) Rejeitam a Palavra de Deus (Já publicado)

2) Não separam tempo para ensinar a Bíblia as crianças (Já publicado)

3) Confiam nas pressuposições dos “Famosos” (Já publicado)

4) Não levam em conta a dimensão espiritual da criança (Já publicado)

5) Consideram o evangelismo de crianças prejudicial

Os que pertencem a ACEC (Aliança Contra a Evangelização das Crianças) dizem que a evangelização das crianças é desnecessária e prejudicial. Afirmam que uma criança influenciada pelo Evangelho fica alienada, não adquirindo consciência dos problemas políticos e das injustiças sociais. Consideram que isto pode impedi-la de ter um desenvolvimento individual sadio, com senso crítico.

Mas não é isso que encontramos na Bíblia. Paulo escreveu a Timóteo: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste. E que desde a infância sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:14-17).

Em lugar de serem pessoas alienadas e com fraco desenvolvimento, as crianças, que à semelhança de Timóteo forem instruídas na Palavra desde a tenra infância, se tornarão sábias e perfeitamente habilitadas para toda boa obra, enfim, cidadãos melhores, pela fé em Cristo e pela utilização das Escrituras.

O poder de Deus tem agido na vida de crianças que, bem cedo, têm crido e recebido Jesus Cristo como Salvador pessoal. Você certamente já ouviu sobre grandes servos de Deus, no Brasil e no exterior, no passado e na atualidade, que foram convertidos na infância. O escritor destas linhas é um exemplo vivo de que a Palavra de Deus aprendida na infância “não volta vazia”.

Os argumentos e as atitudes daqueles que se colocam CONTRA a evangelização das crianças só podem ser respondidos com a Palavra de Deus. A eles também se aplicam as palavras que Jesus dirigiu aos saduceus que O interrogavam: “Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mateus 22:29).

Paulo, ao expor as Escrituras em duas cidades diferentes, obteve respostas bem distintas.

Em Tessalônica, “...os judeus, porém, movidos de inveja,... alvoroçaram a cidade e... procuravam trazê-los para o meio do povo... clamando: Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui, aos quais Jasom hospedou. Todos estes procedem contra os decretos de César, afirmando ser Jesus outro rei. Tanto a multidão, como as autoridades, ficaram agitadas ao ouvirem estas palavras...” (Atos 17:1-9).

Porém, tendo chegado no dia seguinte em Beréia, Paulo e Silas “... dirigiram-se à sinagoga dos judeus. Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as cousas eram de fato assim. Com isso muitos deles creram, mulheres gregas de alta posição, e não poucos homens” (Atos 17:10-12).

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