quinta-feira, 28 de agosto de 2008

O AZEITE DA VIÚVA

A botija com um pouquinho só de azeite;
Esta era a sua única herança.
Dos credores era grande a cobrança;
Da sua vida foi se embora o deleite.

Sua perda era grande, uma tragédia,
Não alimentava mais a esperança;
Dominada por profunda insegurança,
Busca o servo do Senhor e o assedia:

“Os meus filhos haverão de ser escravos,
Condição pra o pagamento duma dívida,
Sou viúva e não encontro uma saída,
E não tenho em minhas mãos nem um centavo”.

“O que é que você tem é o que interessa,
A botija em sua casa é a solução.
Peça a todos, emprestados, um montão
De vasilhas bem vazias, como essa.

E depois, com os seus filhos, mãos à obra,
O azeite que já têm, vão derramando
Nas vasilhas, que então, cheias vão ficando,
E vazia nenhuma vasilha sobra”.

Quando a última vasilha foi enchida,
O azeite parou logo de escorrer.
O seguinte passo, então, era vender
O produto e assim quitar a dívida,

E o dinheiro que depois irá sobrar
Pra viver com a família é suficiente.
Deus provê e abençoa assim o crente;
Deus bondoso, rico em multiplicar!

Gilberto Celeti

Em 2 Reis 4.1-7 encontra-se a história de uma viúva enfrentando uma grande perda, numa situação desesperadora com falta de recursos e com os filhos sendo ameaçados de escravidão para quitar uma dívida impagável. A viúva buscou a solução correta. Em Deus. Resultado: ela experimentou a provisão abundante do Senhor.

Nenhum comentário: