segunda-feira, 17 de novembro de 2008

ORAÇÃO COMO EXPERIÊNCIA

“Prestem atenção naquilo que aquele juiz desonesto disse.
Será, então, que Deus não vai fazer justiça a favor do seu próprio povo,
que grita por socorro dia e noite?
Será que ele vai demorar para ajudá-lo?” (Lucas 18.6,7)

Um juiz bem desonesto
Que a ninguém considerava,
Acabou ajudando presto
A mulher que o importunava.

O Senhor do Universo
Deus longânimo e perfeito,
Não é um juiz perverso,
Ouve e atende cada pleito.

Ouve e atende bem depressa
Aos que dia e noite clamam
Que confiam em Suas promessas,
E que pela fé as reclamam.

Ele sabe o momento
Pra atender a oração.
É sem esmorecimento
Que os seus lhe buscarão.

Oração perseverante
Até que venha a solução.
Sim, ou não, o importante
É ver que Deus dá direção.

Oração objetiva
Lança fora o lero-lero,
Toda a sua assertiva
Vem de um coração sincero.

Oração esperançosa
Que sabe que Deus não falha,
Sua ação sempre é bondosa,
O seu “não” não atrapalha.

Por favor, Senhor, me ensine,
A orar continuamente;
E que eu nunca desanime,
E que a minha fé aumente.

Gilberto Celeti

Após mensagem pregada na Igreja Presbiteriana de Vila Mariana pelo Pr. Paulo A. Delage, no texto de Lucas 18.1-8, numa série sobre as parábolas de Cristo.

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